Pages

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Argumentos contra o aborto
  • Hoje em dia só engravida quem é mesmo irresponsável. Promovendo o Planeamento Familiar não é preciso despenalizar o aborto.
  • Fazer um aborto é um atentado contra a vida humana.
  • Nenhuma mulher foi parar à prisão por ter recorrido ao aborto.
  • Um feto é uma "pessoa", semelhante a nós, com iguais direitos.
  • O aborto legal deixa as mulheres à mercê de todo o tipo de pressões.
  • O aborto legal vai congestionar os serviços de saúde.
  • A despenalização do aborto vai provocar o aumento do número de abortos.
  • O aborto é um pecado. É mau e imoral.

aborto coisa abominavel

TOMANDO POSIÇÃO PERANTE A QUESTÃO DO ABORTO 1. A questão do aborto não é, nem nunca foi questão religiosa, senão na medida em que é questão humana e da natureza humana. Não é, pois, necessário fazer apelo a princípios religiosos para repudiar vivamente tanto a prática como a despenalização do aborto. 2. O aborto é, de maneira cientificamente indiscutível, um atentado direto à vida humana, à vida de um ser humano procriado, em gestação e indefeso. Representa, pois, uma hipocrisia o uso da expressão "interrupção voluntária da gravidez", que só significa morte de um novo ser, como a discussão entre os patrocinadores do aborto, contra todas as conclusões da Medicina, sobre se o crime deve ser cometido com mais ou menos dias, com mais ou menos meses de gestação. 3. Todos os argumentos apresentados numa perspectiva humanitária e de bem social para admitir o aborto são meios de iludir gravemente a questão. Não são razões que podem justificar, como regra, a supressão, de natureza racista, que o nazismo usou para fundamentar o direito de matar velhos e doentes. 4. Não ignoramos nem queremos esconder os graves problemas sociais que estão na base do aborto clandestino. Para combatê-los, não é admissível mascará-los com o direito ao crime, em vez de ir às suas causas. Urge a continuação de tomada de medidas positivas de natureza humana, social e ética (planejamento familiar, apoio à mãe solteira, o desenvolvimento da instituição da adoção, o incremento de correta assistência social, atenção construtiva aos fatores de desagregação moral na família e na educação etc.). 5. Também é lamentável a confusão que se faz enumerando o aborto como um dos meios possíveis de limitação da natalidade. Não é. É, sim, um meio sofisticado de condenar à morte um ser inocente. Isso não quer dizer que não alertamos também para a necessidade de proibir o comércio de anti-conceptivos que são de natureza abortiva. 6. A legalização do aborto é também um dos mais graves atentados contra a mulher - quando pugna pelos seus direitos e é ludibriada a julgar que naqueles se contém o de abortar -, pois a torna um objeto da irresponsabilidade masculina e é impelida a ser autora do crime em que terá a menor culpa. Atribuir-lhe o direito de amputar o corpo é duplamente falso: ninguém deve-se considerar com direito a cortar um braço, e o seu filho não é o seu corpo mas um novo ser com direito à vida. 7. Finalmente queremos deixar bem claro que a nossa condenação absoluta do aborto nada tem a ver com a condenação de pessoas concretas. Desde sempre, e com muito mais razão com o aperfeiçoamento do nosso ordenamento jurídico, cada pessoa merece ser considerada como tal, quer no plano da moral quer no do Direito. O crime pode existir e, não obstante, pode-se absolver quem o praticou, dadas as circunstâncias que envolvam tal prática. Boletim do Movimento Equipes de Nossa Senhora Maria Manuela e Augusto Lopes Cardoso Responsáveis Nacionais das Equipes de Nossa Senhora - Portugal


sábado, 30 de março de 2013


Mãe que trabalha não afecta comportamento da criança
Estudo britânico
28 Setembro 2011
  |  Partilhar:More Sharing Services
As mães que trabalham fora de casa não causam nenhum dano social nem emocional significativo aos seus filhos, de acordo com um estudo britânico.

Os resultados provém de informação retirada do Millennium Cohort Study UK, que também verificou que as crianças parecem mais equilibradas quando tanto a mãe como o pai têm trabalho remunerado e vivem em casa com os seus filhos.

"Alguns estudos têm sugerido que o facto de as mães trabalhem (ou não) no primeiro ano de vida da criança possa ser particularmente importante para os resultados subsequentes", segundo a líder da investigação, Anne McMunn, num comunicado de imprensa do Conselho de Investigação Económica e Social, que financiou a pesquisa.

"Neste estudo não verificámos qualquer prova de influência nociva a longo prazo sobre o comportamento da criança pelo facto de a mãe trabalhar no primeiro ano do bebé."

Os resultados sugerem que as mães trabalhadoras são diferentes em vários níveis das mães que não trabalham. Por exemplo, observou McMunn que as mães com empregoremunerado são mais propensas a ter uma melhor educação, a ter mais dinheiro e estar menos deprimidas.

Dito isto, as formas em que os antecedentes laborais da mãe poderiam afectar o desenvolvimento dos seus filhos parecem ter muito a ver com o sexo da criança. Segundo o estudo, parece que as meninas são mais afectadas por padrões de trabalho materno que os meninos.

De facto, refere o estudo, as meninas pareciam ter mais problemas do que os meninos (em termos de início de dificuldades comportamentais aos cinco anos) em famílias onde o pai era o único que ganhava e as mães não trabalhavam, em comparação com famílias em que ambos os pais trabalhavam, disseram os investigadores.

Pelo contrário, uma dinâmica inversa, na qual a mãe era quem ganhava o sustento da casa (em vez de uma casa com duas fontes de rendimento), os meninos pareciam ter mais dificuldades comportamentais do que meninas.

No entanto, o estudo reforça as provas anteriores de que os problemas comportamentais aos cinco anos surgem com mais frequência (embora nem sempre) em lares onde ambos os pais são confrontados com o desemprego, como os constituídos por mães solteiras.

domingo, 21 de agosto de 2011

domingo, 21 de agosto de 2011

0

Este é um dilema que muitas mamães estão vivendo ou já viveram. A realidade hoje é diferente, com muito esforço a mulher conquistou sua independência e, para se firmar ou até mesmo conseguir um emprego, é necessário muita preserverança.

Se a mulher optar por parar de trabalhar e cuidar do filho em casa, precisa estar ciente que enfrentará dificuldades para retornar para o mercado de trabalho. Mas há tantas situações diferentes, não é mesmo?

Há aquela mulher que é empresária e tem mais autonomia para organizar seus horários. Há aquela que trabalha cinco horas por dia e pode passar o restante com o filho.

Primeiramente é preciso ver as possibilidades da família. Se for mãe solteira, quem é que vai arcar com os gastos mensais? Se for casada, seu marido ganha o suficiente para sustentá-los e apóia qualquer que seja a sua decisão?

Supondo que o segundo caso seja mais parecido com o seu e que seu marido receba uma boa renda mensal e te apoie, precisará decidir o que fazer: devo deixar meu filho na creche ou não?

Vamos a algumas reflexos

- Você está disposta a deixar a sua carreira profissional e depois não culpar seu filho por isso?

- Para a mãe que decidiu continuar trabalhando existem algumas opções, como a ajuda dos avós – que na maioria das vezes se oferecem espontaneamente -, a contratação de uma babá, a creche, berçário, escolinha.

- Se a escolha for levar a criança à creche, é preciso tomar cuidado para que essa decisão não coincida com o desmame. Se a mãe estiver amamentando, seria bom fazer isso logo cedo, na hora do almoço e a tarde voltar à creche para mais amamentações, proseguindo em casa. O aleitamento materno é muito importante, é o diálogo da mãe com a criança, e por isso deve ser feito com calma e amor.

- Para escolher e confiar no lugar onde deixará a criança, é necessário fazer visitas em horários variados para observar como é o tratamento dado a elas, conversar com pais de outras crianças, fazer uma séria investigação a respeito. Se a criança já fala, é bom perguntar como tem sido o tratamento na escolinha.

- Em casa ser uma mãe presente e amorosa, paciente e coerente, acolhendo bem esse filho sem mimá-lo. Muitas mães se sentem
culpadas por deixar o filho na creche e
acabam por deixá-lo fazer o que quer quando
estão juntos. Isso não é educar.

Educar é amar, conversar, acolher e também colocar regras e limites.

Para aquela mãe que decidiu não colocar o filho na creche, a orientação é ser uma boa mãe (juntamente com um bom pai ou cuidador), carinhosa e amorosa. Quando coloco assim não quero dizer que você deve ser uma mãe “boba”, aquela que faz o filho de “gato e sapato”. Não!

Ser uma mãe carinhosa e amorosa significa cuidar do filho usando a intuição materna. Afinal, quem conhece um filho mais do que a mãe?

Ele passou, se tudo ocorreu normalmente, nove meses dentro do seu ventre. Foi você quem o sentiu mexer pela primeira vez, sentiu sua calmaria, sua agitação. E ele conhece mais ainda sua mamãe, pois participou de tudo que ela sentiu durante a gestação, ouviu sua voz, seus batimentos cardíacos, momentos de ansiedade, momentos tranquilos, tudo.

Cuidar do filho em casa é estar presente em todos os momentos que são importantes para ele nos primeiros anos, como dar banho, amamentar, alimentar, trocar fraldas, levar para tomar sol, para passear e por aí vai…

No momento da amamentação, o ideal é que fique somente a mamãe e o bebê, para que a criança se sinta única e amada e para que você e ele possam sentir confiança mútua e se conhecerem cada vez mais. E se por algum motivo a mãe não puder amamentar, pode ter o mesmo carinho e cuidado usando a mamadeira.

A decisão de levar a criança à creche, berçário ou escolinha deve ser no sentido de acrescentar conhecimentos e experiência de convívio social, e não de transferir a responsabilidade de educar o filho. A educação, o amor, a compreensão, e os ensinamentos para um bom caráter devem ser ensinados em casa pelos pais, caso contrário a creche poderá ser uma experiência negativa.

Mariana Girotto Rodrigues Pizza
Psicóloga
mariana_girotto@yahoo.com.br

terça-feira, 16 de agosto de 2011

mãe de muitos











Esta mulher nunca fez um aborto e não fez laqueadura, e não engravidou mais, ela tem 44 e não engravida a 10 anos ,veja como gestação conserva a mulher ela já está com 44 anos e nem paraçe vejam!!!!a filha mais velha tem 21 anos e o mais novo 10anos.